Conteúdo incluído em: 26/02/2026
Você já ouviu falar em hipocalcemia? Esse termo se refere à condição em que os níveis de
cálcio no sangue estão mais baixos que o normal.1,2 Na maioria das vezes, essa alteração
não provoca sintomas e é descoberta em um exame de sangue de rotina.1 Contudo, se a quantidade de
cálcio se torna muito baixa, podem surgir manifestações graves.1
O cálcio é um dos minerais mais importantes para o corpo, sendo essencial não apenas para a
saúde dos ossos, mas também para diversas funções vitais.3 Cerca de 99% do cálcio
corporal está armazenado nos ossos e dentes, enquanto o 1% restante circula no sangue e em outros tecidos, sendo
fundamental para o bom funcionamento dos nervos, músculos e coração.2,3
Dado o papel importante desse mineral, é crucial entender o que acontece quando seus níveis caem. Neste artigo,
vamos explicar as causas da hipocalcemia, quais sinais merecem atenção e como cuidar para manter o cálcio em
equilíbrio.
A hipocalcemia é definida clinicamente quando a concentração de cálcio total no sangue fica
abaixo de 8,8 mg/dL.4 Para simplificar, essa medida significa que há menos de 8,8 miligramas de
cálcio em cada decilitro (o equivalente a 100 mililitros) de sangue.
Essa condição geralmente pode estar relacionada a desequilíbrios nos níveis do hormônio da
paratireoide (PTH) ou da vitamina D.2 O PTH é responsável por
controlar os níveis de cálcio no sangue, enquanto a vitamina D é essencial para que o corpo consiga absorver o
cálcio dos alimentos.2
As causas mais comuns para o desenvolvimento da hipocalcemia incluem:
• Hipoparatireoidismo: Ocorre quando as
glândulas paratireoides não produzem PTH suficiente.2
• Deficiência de vitamina D: A falta de
vitamina D, seja por baixa ingestão na dieta, pouca exposição solar ou problemas de absorção, impede que o
cálcio seja aproveitado corretamente.2,4
• Doenças renais: Rins que não funcionam
bem podem levar a alterações que causam a hipocalcemia.2,4
Muitas vezes, a hipocalcemia pode ser assintomática, especialmente em casos leves.4
Quando os sintomas aparecem, eles geralmente resultam de uma maior irritabilidade
neuromuscular, ou seja, um desequilíbrio que afeta nervos e músculos.4
Os sinais mais comuns de que os níveis de cálcio podem estar baixos envolvem os músculos e o sistema
nervoso.4 Cãibras, principalmente nas costas e pernas, são
frequentes.4 Além disso, é comum a sensação de formigamento nos lábios, na língua, nos
dedos e nos pés.1,2
Em casos mais severos, podem ocorrer espasmos e rigidez muscular, uma condição conhecida como
tetania, além de convulsões.2
Para investigar a suspeita, o médico pode realizar alguns testes simples durante a consulta para observar certas
reações musculares involuntárias que ajudam a confirmar o diagnóstico.4
Quando a hipocalcemia se desenvolve de forma lenta e gradual, outros sinais podem aparecer com o
tempo.1,2,4 Entre eles estão a pele seca e descamativa, além de unhas e
cabelos que se tornam quebradiços e ásperos.2,4
Se não for tratada, a condição pode evoluir e afetar a saúde neurológica e mental.2
Nesses casos, podem surgir sintomas como confusão, problemas de memória, irritabilidade, depressão e até
alucinações.2
Lembra da definição clínica que mencionamos, de níveis de cálcio abaixo de 8,8 mg/dL? A confirmação da
hipocalcemia vem justamente de um exame de sangue para medir a concentração do
mineral.1 Para uma análise completa, o profissional de saúde irá avaliar dois níveis
diferentes: o cálcio total e o cálcio iônico.1,4 Enquanto o cálcio total mede a quantidade completa
do mineral no sangue, o cálcio iônico é a porção que está livre e representa a forma ativa no corpo.4
O médico saberá como interpretar os resultados de ambos para um diagnóstico preciso.4
Uma vez confirmada a hipocalcemia, o próximo passo é entender a origem do
problema.1,2 Para isso, é comum que o médico solicite outros exames, como a dosagem de
hormônios como o PTH, os níveis de vitamina D, fósforo, magnésio, fosfatase alcalina, entre
outros.1,2,4 Esses resultados ajudam a identificar a causa do desequilíbrio e a direcionar o cuidado
mais adequado.1
O tratamento da hipocalcemia busca normalizar os níveis do mineral no sangue e tratar a sua causa
base,2 a estratégia adotada dependerá da gravidade do quadro.1 A abordagem mais comum é o
uso de suplementos de cálcio por via oral.2 Como a vitamina D tem um papel crucial
na absorção do cálcio, é comum que a suplementação de ambos seja feita em conjunto, garantindo que o corpo
aproveite o mineral de forma adequada.2
É importante lembrar que os suplementos alimentares são destinados a pessoas saudáveis e têm
como finalidade complementar a alimentação com nutrientes, e não tratar ou curar
doenças.5 Nesse sentido, quando a dieta não é suficiente para suprir as necessidades do corpo, a
suplementação pode ser uma aliada.5
OsCAL® 500 é um suplemento alimentar que fornece 500mg de cálcio em apenas um
comprimido diário, idealmente ingerido após uma refeição para se encaixar na sua rotina.6 Sua fórmula
foi desenvolvida para auxiliar na formação e manutenção de ossos e dentes, além de contribuir
para o funcionamento muscular.6
Além disso, como citado anteriormente, o cálcio também tem um papel no funcionamento neuromuscular e no
metabolismo energético, ajudando a manter o bem-estar no seu dia a dia.6
A hipocalcemia é uma condição que pode ser tratada, e seus sintomas geralmente desaparecem assim
que os níveis de cálcio no sangue voltam ao normal.2 No entanto, é fundamental não ignorar os
sinais, pois casos graves e sem tratamento podem levar a complicações sérias.2
Dependendo da causa, a condição pode ser temporária ou exigir cuidados contínuos ao longo da vida.2
Por isso, ao perceber qualquer sintoma, procure um médico para entender o que está acontecendo
e, se necessário, iniciar o tratamento adequado, que pode incluir a suplementação de
cálcio.1,2,4
Manter o cálcio em dia é um passo importante para o seu bem-estar, permitindo que você siga sua rotina com mais
segurança, sem que imprevistos atrapalhem seus planos.
1. LEMOS, M. Hipocalcemia: sintomas, causas e tratamento. Tua Saúde, set. 2019. Disponível em:
https://www.tuasaude.com/hipocalcemia/.
Acesso em: 4 nov. 2025.
2. CLEVELAND CLINIC. Hypocalcemia. Cleveland Clinic, 31 maio 2022. Disponível em:
https://my.clevelandclinic.org/health/diseases/23143-hypocalcemia.
Acesso em: 4 nov. 2025.
3. HARVARD T.H. CHAN SCHOOL OF PUBLIC HEALTH. Calcium. The Nutrition Source, mar. 2023. Disponível em:
https://www.hsph.harvard.edu/nutritionsource/calcium/.
Acesso em: 4 nov. 2025.
4. LEWIS III, J. L. Hipocalcemia. Manual MSD – Versão para Profissionais de Saúde, set. 2023. Disponível em:
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/distúrbios-endócrinos-e-metabólicos/distúrbios-eletrolíticos/hipocalcemia.
Acesso em: 4 nov. 2025.
5. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Suplementos alimentares. gov.br, 10 set. 2024. Disponível em:
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/alimentos/suplementos-alimentares.
Acesso em: 4 nov. 2025.
6. SANOFI. Oscal Suplemento Alimentar de Cálcio em Comprimidos. Material técnico, jul. 2025. Acesso em: 4 nov. 2025.
OS-CAL® Cálcio. CONTÉM GLÚTEN.
Conteúdo gerado usando inteligência artificial.
MAT-BR-2505192-1.0-11/2025.